Citados por tráfico de influência se calam em depoimento à PF
Diretora de empresa supostamente beneficiada tem depoimento remarcado. Denúncias fizeram com que ex-ministra Erenice Guerra deixasse o cargo.
Polícia Federal tomou mais dois depoimentos nesta quinta-feira (4) sobre o suposto tráfico de influência na Casa Civil. Segundo a assessoria da PF, Adriano da Silva Costa e João Batista Marques de Souza, ambos da Synergy Consultoria, não responderam às perguntas.
A Synergy é suspeita de envolvimento em suposto tráfico de influência na Casa Civil. Segundo a revista "Veja", é uma das empresas usadas por Israel Guerra, filho da ex-ministra Erenice Guerra, para intermediar negócios com a Casa Civil, pelos quais cobrava comissões chamadas de “taxas de sucesso”.
O advogado de João Batista, Emiliano Aguiar, se negou a falar sobre o depoimento e a investigação. “O inquérito agora é sigiloso”, justificou. Adriano da Silva Costa não deu declarações ao deixar a Superintendência da Polícia Federal em Brasília.
O depoimento da diretora da empresa MTA, Tatiana Blanco, também estava previsto para esta quinta (4), mas foi adiado para segunda-feira (8) às 14h30. A MTA teria sido beneficiada em um contrato com os Correios. Nem ela, nem o advogado compareceram à Polícia Federal nesta quinta.
A denúncia do suposto esquema de tráfico de influência no ministério levou à queda da ministra Erenice Guerra. Ela entregou o cargo em 16 de setembro, após denúncia envolvendo seu filho Israel Guerra e servidores da Casa Civil.
Do G1, em Brasília
Fonte: http://g1.globo.com/politica
Polícia Federal tomou mais dois depoimentos nesta quinta-feira (4) sobre o suposto tráfico de influência na Casa Civil. Segundo a assessoria da PF, Adriano da Silva Costa e João Batista Marques de Souza, ambos da Synergy Consultoria, não responderam às perguntas.
A Synergy é suspeita de envolvimento em suposto tráfico de influência na Casa Civil. Segundo a revista "Veja", é uma das empresas usadas por Israel Guerra, filho da ex-ministra Erenice Guerra, para intermediar negócios com a Casa Civil, pelos quais cobrava comissões chamadas de “taxas de sucesso”.
O advogado de João Batista, Emiliano Aguiar, se negou a falar sobre o depoimento e a investigação. “O inquérito agora é sigiloso”, justificou. Adriano da Silva Costa não deu declarações ao deixar a Superintendência da Polícia Federal em Brasília.
O depoimento da diretora da empresa MTA, Tatiana Blanco, também estava previsto para esta quinta (4), mas foi adiado para segunda-feira (8) às 14h30. A MTA teria sido beneficiada em um contrato com os Correios. Nem ela, nem o advogado compareceram à Polícia Federal nesta quinta.
A denúncia do suposto esquema de tráfico de influência no ministério levou à queda da ministra Erenice Guerra. Ela entregou o cargo em 16 de setembro, após denúncia envolvendo seu filho Israel Guerra e servidores da Casa Civil.
Do G1, em Brasília
Fonte: http://g1.globo.com/politica
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