Data do sistema
 
Pgina inicial   Faça do Jornal a sua Página inicial
 
Favoritos   Adicione o Jornal aos favoritos
Área restrita



Estatísticas
mod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_counter
mod_vvisit_counterHoje120
mod_vvisit_counterOntem8
mod_vvisit_counterEsta Semana128
mod_vvisit_counterEste mês6301
mod_vvisit_counterTodo período128388

Professora cria um dicionário com termos e siglas usados na capital federal

Tesourinha, balão, SHIS, eixinho, Asa Sul, Setor de Autarquias, Buraco do Tatu. Para os brasilienses, todos esses termos têm significado óbvio. Mas, para quem não nasceu na capital federal e, portanto, não se habituou a ouvi-los com frequência, mais parecem um conjunto de letras desconexas ou com sentidos bem diferentes dos atribuídos no Distrito Federal.

Para facilitar a vida de turistas ou de quem abraçou recentemente a cidade como novo lar, a professora de português para estrangeiros Flávia Pires elaborou um dicionário de brasilianês. O projeto é fruto da tese de mestrado em Linguística, feito em parceria com Enilde Faulstich, orientadora da dissertação, e da própria experiência como carioca que vive em Brasília e de outras relatadas por seus alunos.

"Lembro da época em que cheguei a Brasília, há 16 anos. Perguntei onde ficava o centro. As pessoas respondiam: aqui não há centro, e sim, Plano Piloto. Muitas vezes, quando perguntam um endereço, é mais fácil se oferecer para levar ao local", afirma, sorridente.

A pesquisa, que levou dois anos e meio para ficar pronta, resultou em descobertas de toda a ordem que há por trás de cada termo, muitas vezes, resumidos nas siglas que compõem os endereços.  "Por ser planejada, a cidade tem sua estrutura baseada em leis. Utilizei também como referência os textos de Lucio Costa e bibliografias antigas, de 1823, quando José Bonifácio já vislumbrava a possibilidade de transferir a capital de lugar", explica.

Cristina Sena

Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

 
Edição Atual

O que você achou do nosso novo site?