PF prende 45 por desvios na Bahia
Uma investigação da Polícia Federal sobre desvio de dinheiro público na Bahia deu origem à Operação Carcará, deflagrada na manhã de ontem. De acordo com informações das autoridades envolvidas na ação, sete prefeitos baianos foram presos acusados de utilizar em benefício próprio as verbas destinadas à compra de remédios e à merenda escolar, além de recursos para obras públicas. Ainda segundo os agentes que participaram da operação, que também contou com integrantes da Controladoria-Geral da União (CGU) e do Ministério Público Federal (MPF), o prejuízo aos cofres públicos passa de R$ 60 milhões.
Os suspeitos no caso estavam sendo investigados há um ano e o esquema consistia em fraudar licitações dividindo os lucros com as empresas participantes. Além disso, os envolvidos também usavam notas fiscais frias e os produtos e serviços eram superfaturados.
Ao longo do dia, a polícia foi às ruas em municípios do interior da Bahia para cumprir 82 mandados de busca e apreensão, 45 mandados de prisão temporária e um de prisão preventiva. Até o fechamento desta edição, 45 pessoas haviam sido detidas, incluindo os sete prefeitos. Os agentes da Polícia Federal também apreenderam documentos, computadores e veículos nas cidades.
Acusações
As provas recolhidas pela polícia — grande parte por meio de escutas telefônicas autorizadas pela Justiça — apontaram o empresário Édson Santos Cruz como chefe do esquema. Ao chegar algemado à sede da PF na Bahia, ele negou participação nos crimes. Caso sejam condenados, os presos devem responder por peculato, estelionato, formação de quadrilha, fraude a licitação, modificação ilegal de contrato e corrupção ativa e passiva.
Os suspeitos no caso estavam sendo investigados há um ano e o esquema consistia em fraudar licitações dividindo os lucros com as empresas participantes. Além disso, os envolvidos também usavam notas fiscais frias e os produtos e serviços eram superfaturados.
Ao longo do dia, a polícia foi às ruas em municípios do interior da Bahia para cumprir 82 mandados de busca e apreensão, 45 mandados de prisão temporária e um de prisão preventiva. Até o fechamento desta edição, 45 pessoas haviam sido detidas, incluindo os sete prefeitos. Os agentes da Polícia Federal também apreenderam documentos, computadores e veículos nas cidades.
Acusações
As provas recolhidas pela polícia — grande parte por meio de escutas telefônicas autorizadas pela Justiça — apontaram o empresário Édson Santos Cruz como chefe do esquema. Ao chegar algemado à sede da PF na Bahia, ele negou participação nos crimes. Caso sejam condenados, os presos devem responder por peculato, estelionato, formação de quadrilha, fraude a licitação, modificação ilegal de contrato e corrupção ativa e passiva.
Fonte: www.correiobraziliense.com.br
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