Jornalista de agência italiana é encontrado morto no Paquistão
Roma - O correspondente no Paquistão da agência de notícias italiana AdnKronos International, Syed Saleem Shahzad, que desapareceu no domingo, foi encontrado morto a 150 quilômetros de Islamabad, indicaram nesta terça-feira (31/5) em Roma fontes da agência. A agência havia denunciado na segunda-feira o seu desaparecimento.
O corpo do jornalista foi encontrado pela polícia a poucos metros de seu carro, na região de Sara e Alamgir, a cerca de 150 km da capital, indicou a agência. Segundo Adnkronos, a família reconheceu "claramente" o corpo do jornalista por meio das fotos enviadas por um repórter local. Shahzad trabalhava para a agência italiana desde 2004.
Segundo o jornal paquistanês Dawn, ele havia escrito recentemente um artigo para o Asia Times Online no qual denunciava os laços entre a Marinha paquistanesa e a rede terrorista Al-Qaeda.
Em novembro de 2006 foi sequestrado pelos talibãs em Helmand, Afeganistão, enquanto realizava uma reportagem, tendo sido liberado sete dias depois de ter sido submetido a um julgamento por espionagem.
A Adnkronos International foi fundada em 2003, é especializada em mundo islâmico e tem cerca 50 de funcionários na Itália e o mundo.
O corpo do jornalista foi encontrado pela polícia a poucos metros de seu carro, na região de Sara e Alamgir, a cerca de 150 km da capital, indicou a agência. Segundo Adnkronos, a família reconheceu "claramente" o corpo do jornalista por meio das fotos enviadas por um repórter local. Shahzad trabalhava para a agência italiana desde 2004.
Segundo o jornal paquistanês Dawn, ele havia escrito recentemente um artigo para o Asia Times Online no qual denunciava os laços entre a Marinha paquistanesa e a rede terrorista Al-Qaeda.
Em novembro de 2006 foi sequestrado pelos talibãs em Helmand, Afeganistão, enquanto realizava uma reportagem, tendo sido liberado sete dias depois de ter sido submetido a um julgamento por espionagem.
A Adnkronos International foi fundada em 2003, é especializada em mundo islâmico e tem cerca 50 de funcionários na Itália e o mundo.
Fonte: France Presse
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