As condições precárias de prisão e a falta da documentação necessária foi o que motivou o habeas corpus favorável aos 432 bombeiros que estavam detidos desde o último sábado (4/6). A informação sobre a decisão do desembargador Cláudio Bra
O deputado Luiz Sérgio (PT-RJ) ainda está sentado na cadeira de ministro de Relações Institucionais, mas é peça fora do governo. Humilhado com o processo sucessório deflagrado "antes da hora" por seus próprios companheiros de PT na Câmara, o ministro "por enquanto" tem um encontro hoje com a presidente Dilma Rousseff para decidir o futuro da articulação política do governo.
Ontem, assessores do Planalto cogitavam os nomes do deputado Pepe Vargas (PT-RS), da ministra da Pesca, Ideli Salvatti (PT-SC), e do líder do governo na Câmara, Candido Vaccarezza (PT-SP), como substitutos de Luiz Sérgio.
Petistas e aliados têm pressa de concluir a formatação do novo esquema de articulação política do governo e negociavam ontem nos bastidores, sem constrangimentos, a substituição de Luiz Sérgio, que deixou claro o desconforto. Mas o PT sabe que a presidente é quem definirá o momento da sucessão. A bancada petista da Câmara, que disputa o posto de interlocutor do Planalto em clima de racha interno, passou as últimas horas empenhada em fechar um acordo para indicar o sucessor de Luiz Sérgio.
Ao final do dia, no entanto, não havia sequer a garantia de que um eventual entendimento seria acatado por Dilma. Apesar da expectativa de uma definição ainda hoje ou no fim de semana, o clima no PT é de preocupação. Um dirigente do partido que acompanha de perto as negociações admite que Luiz Sérgio pode ter de prolongar sua estada no ministério por mais uma semana, até que o Planalto encontre uma solução.
Interlocutores da presidente apontam dois problemas na busca do entendimento. Primeiro, Dilma ainda não está convencida de que a bancada do PT na Câmara consiga encontrar um nome consensual para o posto que pacifique as brigas internas, de modo que não haja risco de o racha interno ser levado ao gabinete presidencial nem de arrastar a crise com nova perspectiva de fogo amigo. Em segundo lugar, a presidente tem dúvidas de que o eventual acerto produzido na Câmara seja útil ao governo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Agencia Estado
- [30/06/11] - Morador de Taguatinga invade e-mails de Dilma Rousseff
- [07/01/11] - Agnelo começa a admitir servidores para os 18,5 mil cargos comissionados
- [14/04/10] - Arruda: "Minha vida acabou"
- [11/11/10] - CEP Ceilândia abre inscrições
- [24/03/12] - Comemorações dos 52 anos de Brasília terá agenda cheia de festividades
- [06/01/11] - Gim Argello dá golpe até na sorte alheia e pode ser alvo de investigação












