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Agnelo quer mais combate à pirataria

 
Governador Lançou pela manhã, comitê contra o comercio ilegal e assistiu à destruição de mercadorias apreendidas 

Agnelo implanta comitê para combater a pirataria no DF

Para o governador este é mais um passo na busca por uma Brasília legal


Agnelo Queiroz aposta que ações desse tipo vão inibir a venda de contrabandoAgnelo Queiroz aposta que ações desse tipo vão inibir a venda de contrabando Foto: Mary Leal
No dia que a Receita Federal realizou a destruição de quatro mil toneladas de mercadorias contrabandeadas em diversas regiões do País, o governador Agnelo Queiroz lançou, em Brasília, o Comitê de Combate à Pirataria, Comércio Ilegal e demais delitos de propriedade intelectual. A destruição de mais de três milhões de produtos falsificados – recolhidos  no primeiro semestre no Aeroporto Internacional de Brasília – marcou hoje o início desta batalha contra a ilegalidade. Além do decreto, foi acordado uma cooperação técnica entre a Receita Federal e o GDF para intensificar ações de combate à pirataria. A criação da comissão faz parte do Cidade Livre de Pirataria, projeto do Conselho Nacional de Combate à Pirataria que o GDF aderiu em agosto de 2010. O comitê criará um plano de trabalho para combater esse tipo de crime.  “Este Comitê será responsável por ações de repreensão de mercadorias irregulares em todo os pontos do DF”, explicou Agnelo. O governador afirma que a capital federal deve ser um exemplo de legalidade e civilidade. “Devemos estimular o respeito à lei. A melhor maneira para se combater um crime como esse, que a cada dia se inova e cria novos métodos de atingir a população, é unindo esforços e se organizando para trabalharmos juntos. A comercialização destes produtos não é apenas um desrespeito às leis, mas também à sociedade, pois muitos deles são nocivos à saúde e ao meio ambiente. Ao inibir a prática desse crime, o secretário da Ordem Pública e Social, Agrício Silva, diz que outras irregularidades também serão combatidas. “A venda destes produtos ilegais geram desempregos, sonegação de impostos, além de uma concorrência desleal à indústria e ao comércio regular”, avaliou Agrício.  O combate à pirataria é uma das exigências da Fifa para a Copa do Mundo de 2014. A implantação deste Comitê mostra o empenho que o GDF está tendo em deixar a cidade regularizada para sediar os jogos. 
Fonte: Jornal Coletivo

 

 

 
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